Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007

PAINEL DE AZULEJOS NO EDIFICIO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DO FUNCHAL NA AVENIDA ARRIAGA

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publicado por João Carvalho Fernandes às 18:30
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

De São Jorge ao Arco pela vereda da Moitadinha

Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

O passeio que lhe apresentamos esta semana leva-o a conhecer uma zona do norte da ilha. Trata-se do percurso entre as Cabanas de São Jorge e o Arco de São Jorge, que leva os caminheiros a atravessar um antigo caminho municipal, a chamada Vereda da Moitadinha. Este percurso tem cerca de 12 quilómetros e dura, sensivelmente, cinco horas. É acessível, pese embora as descidas. Nesta caminhada somos guiados por Odilio Fernandes, o fotógrafo de serviço do Club Pés Livres — Associação de Montanhismo da Madeira…

 

 

Esta semana, o fotógrafo de serviço do Club Pés Livres guia-nos através das suas fotos e, também, das suas palavras em mais um percurso pedestre realizado por aquela Associação de Montanhismo da Madeira. Odilio Fernandes dá-nos a conhecer um trilho bem bonito, no norte da ilha, entre as Cabanas de São Jorge e o Arco de São Jorge, por um antigo caminho municipal, a chamada Vereda da Moitadinha.

 

Este passeio de cerca de 12 quilómetros dura, sensivelmente, cinco horas. É acessível, pese embora as descidas. Quase 80% do passeio é, sempre a descer até chegar à Entrosa, no Arco de São Jorge, explicou o responsável. A entrada para este trilho passa, praticamente, despercebida. O percurso tem início no miradouro das Cabanas, depois é necessário trilhar um piso de alcatrão de cerca de 500 metros, logo após encontra-se uma descida bastante acentuada. Os degraus são de cimento mas em tempos a escadaria era de xisto. Esta descida, por ser bastante inclinada, requer algum esforço dos joelhos. No fim da descida, os caminheiros chegaram a uma recta onde se depararam com um grande roseiral que é pertença do presidente da Câmara Municipal do Funchal. Após andarem um pouco sobre um piso de alcatrão, alcançaram a entrada da vereda da Moitadinha, que fica junto a um pequeno bar. A entrada é discreta.

 

Esta vereda faz a ligação entre São Jorge e o Arco de São Jorge, mais concretamente, até à Entrosa. Em tempos, esta vereda era um caminho municipal que era usado pelos residentes para se deslocarem mais facilmente entre as duas freguesias. A vereda tem cerca de dois metros de largura, por isso, a passagem é acessível. Toda ela é coberta pela típica calçada madeirense, de pedra miudinha. A partir dali, ao olharem para baixo, os caminheiros puderam avistar o mar. No local existe um varandim em ferro para proteger de eventuais quedas. “A descida faz-se bem, é suave”, garante Odilio Fernandes. Contudo, “há que ter um certo cuidado porque, por vezes, escorrega um pouco”.Depois, o grupo teve que atravessar um caminho que está, praticamente, escavado na rocha. Durante este troço, os caminheiros encontraram muita vegetação, a destacar o maçaroco, uma das plantas típicas madeirenses.

 

Onde o mar e a serra se encontram

 

A partir do largo situado à beira-mar puderam avistar as serras e o mar, por baixo, a bater.Odilio Fernandes reiterou, por isso, que o passeio é acessível a qualquer pessoa, porque não apresenta grandes riscos. “O risco maior é a primeira descida desde as Cabanas até cá abaixo. O resto do trilho é, praticamente, plano”, sublinhou.

 

No Arco de São Jorge, junto à praia, onde termina o passeio, é possível avistar todo o trilho marcado, até a própria vereda. No local, o miradouro e um restaurante relativamente recente convidam a uma pausa. Por situar-se à beira-mar, a zona é agradável devido à temperatura que, de uma forma geral, está sempre boa. Em tempos, muitas pessoas iam até aquela zona para pescarem onde o verde da vegetação densa se destaca.“

 

É uma zona bonita porque tem o mar e a serra. É maravilhoso. É um passeio descontraído, não precisa de grandes cuidados”, reiterou.

 

Contudo, Odílio Fernandes aconselha a que os caminheiros levem um bordão, sobretudo, para as descidas. “Faz sempre jeito, faço minhas as palavras do Isidro Santos, é uma terceira perna, sobretudo, para a zona dos degraus onde tem início o passeio porque é um pouco violento para os joelhos. São mais de 500 degraus”.

 

Aquela zona é um pouco fechada e o sol, por vezes, não abunda, de maneira que os degraus ficam com algum lodo. Por isso, é preciso algum cuidado para não escorregar.Outro dos aspectos a destacar na zona da Entrosa são os vestígios de um antigo engenho, que remete os caminheiros para muitas décadas atrás. “Até parece que nem estamos na Madeira, parece que andamos atrás no tempo. São coisas do século passado, parte da pedra ainda está emparelhada, nomeadamente, as paredes mas o tecto já não existe”, apontou.

 

Parte da maquinaria antiga, nomeadamente, rodas em ferro resistem à degradação que a proximidade do mar provoca. Odílio Fernandes reitera que aquele espaço poderia ser recuperado porque “seria mais uma atracção turística”. Quer seja pelas ruínas, quer seja pela vegetação e pelo encontro da serra com o mar, aqui fica mais esta sugestão para quem gosta de caminhar a pé e desbravar os caminhos da nossa ilha…

 

Élia Freitas

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publicado por João Carvalho Fernandes às 10:02
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

PILAR DE BANGER - FUNCHAL

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publicado por João Carvalho Fernandes às 12:00
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Um vapor ancorado sobre uma ribeira

Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

Será que alguém ainda se lembra do "Vapor". Um vapor bem diferente daqueles que hoje, quase diariamente aportam ao Funchal e que se encontrava "ancorado" sobre a Ribeira de Santa Luzia? Sobre ele oferecemos um delicioso texto assinado, na revista "Das Artes e da História da Madeira", Vol. 4, Nº 23, 1956. P.9-10, por Alberto Artur Semedo.

 

 

Entre a Ponte Nova e o Torreão, sobre a Ribeira de Santa Luzia ficava o “vapor”, essa habitação única que era um bairro em miniatura, uma república de lavadeiras presidida por uma velha vesga que sabia a vida de toda a gente, tanta roupa tinha já lavado.

 

Não que ela tivesse encargos sobre aquela irmandade, mas como uma abelha-mestra, tinham-lhe um certo respeito as outras vespas que na sua presença se abstinham um pouco de pregar brutal ferroada no crédito alheio. Mas, estava-lhes na massa do sangue a divisa da classe: ensaboar a roupa suja.

 

Uma habitação singular

 

Quem mandou fazer aquela edificação esguia de tabuado, escorado de margem a margem da ribeira, nunca se nos deu de o saber, mas talvez começasse por servir de ponte, antes de ser armada a colmeia com o seu corredor muito estreito ao centro, tendo dos lados as pequenas células independentes com vista para montante e para a foz.

 

A cor vermelha com que foi pintado dava-lhe um aspecto de casco de navio e, ou fosse por esta razão ou pelo seu formato esguio, o certo é que todos conheciam a habitação tão singular pelo nome de “vapor”.Que enormidade de coisas se arrumavam ali a dentro: uma cama velha, um baú ou caixa de pinho, uma cadeira sem costas ou de uma perna a menos, um Santo Antoninho de barro, ervas bentas pelas paredes, estampas encardidas, guitas cruzadas para dependurar roupa, um fogareiro de pedra, um tacho de folha, um cesto barreleiro, uma vassoura de palma, uma celha com água de anil, e mais.A lavadeira é uma mulher fecunda. Tinham ali uma média de cinco filhos. Os mais pequenos em fralda, muito sujos, sempre a choramingar, os maiorinhos, já de calças, mas rotas, com um cordel traçado a servir de suspensórios, não desmereciam no fraseado das suas progenitoras.

 

Os encantos da miudagem

 

Por baixo do “vapor” havia no Verão uma represa feita na ribeira com os calhaus do leito cimentados a barro, leivas e ervas raizentes dos charcos, onde se empoçava a água, que solta da comporta todas as semanas, varria para juzante as imundices acumuladas no leito.Era este açude o gáudio do rapazio. Naquela água turva do sabão, escoada das lavagens, cheia de bolhas, grossas que rebentavam só de encontro às margens, medravam eirós verde-negros, sacudindo o rabo como serpentes de água.

 

Faziam pesca deles, os rapazes, com um alfinete torto em forma de anzol, levando como isca uma minhoca que se debatia no suplício, atravessada de meio a meio.Às vezes havia regatas de celhas, sentados os garotos ao fundo delas com os pés cruzados, servindo-se das mãos bem espalmadas para remar. Se acaso abalroavam as embarcações, metendo água dentro, não havia perigo, porque eram como peixes a nadar, saindo depois dali molhados, quais pintos ao sair da casca, e o menos que os esperava era uma sova de sapato, enquanto a roupa despida enxugava ao sol.

 

Foi demolido o “Vapor” que ameaçava ruína, desconjuntado e tremente ao marulho das enxurradas de Inverno.Lavada em lágrimas vem a ribeira, mais lavado de ares ficou talvez o recanto, sem as lavadeiras.Foi-se o “vapor” como um vapor de água que se perde, e como não figura nas estatísticas do porto, recordação, a vapor assim narrada.”

 

Octaviano Correia

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publicado por João Carvalho Fernandes às 09:47
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

Desfrutar das sensações que o Outono oferece

Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

Esta semana a “Olhar” esteve de olhos postos no Santo da Serra para mais uma caminhada a pé. O frio que se fazia sentir não desmotivou nem impediu que trilhassemos a Levada da Serra do Faial que vai dar à Portela. Parte deste troço, está em recuperação. Junto à entrada da levada, na subida junto às Quatro Estradas, pela estrada que vai dar ao Poiso encontra-se, à direita, uma placa que dá conta disso — “IGA — Investimentos e Gestão da Água — Recuperação Parcial da Levada da Serra do Faial”, pela UE através do POPRAM III/FEDER. No final ficou uma certeza, valeu a pena pisar o lameiro, sentir o frio e as folhas húmidas sob os nossos pés. É este desfrutar da natureza que nos faz sentir vivos, experimente…

 

 

Para chegarmos ao destino que traçamos para mais este “De mochila às costas”, optámos por subir a via-expresso que vai dar à Camacha e daí fomos pela estrada regional até às “Quatro Estradas”, que fica pouco antes do centro da freguesia do Santo da Serra, no concelho de Santa Cruz. O objectivo foi trilharmos parte da Levada da Serra do Faial.

 

Nas Quatro Estradas subimos cerca de 400 metros, pela estrada que vai dar ao Poiso. À direita encontrámos o trilho da levada. A placa amarela onde se podia ler “Portela” mostrava que estávamos no caminho certo. Se fôssemos para a esquerda, do outro lado da estrada, com certeza, passadas umas horas chegaríamos à Camacha. Ficará para outra ocasião. Nesta zona não conseguimos ficar indiferentes a um cheiro pouco agradável devido à existência de um espaço de venda de porcos vivos, conforme se podia ler numa placa disposta nas imediações das respectivas instalações. Mas depressa passa, basta apressarmos o passo e galgarmos uns metros da levada que entramos no fresco da natureza do Santo da Serra. A primeira parte do troço deixa um pouco a desejar devido à falta de limpeza que, ao que pudemos constatar deve estar para breve. No local um quadro informativo dá conta disso — “IGA — Investimentos e Gestão da Água — Recuperação Parcial da Levada da Serra do Faial”, pela UE através do POPRAM III/FEDER. Contudo, somos compensados mais adiante.

 

Este trilho é todo ele em terra batida e o facto de ter muitas curvas torna o percurso demorado. Há muita giesta, carqueja, eucaliptos, fetos alguns dos quaiss se encontravam secos devido aos dias de calor que se registaram nas últimas semanas.Aqui e ali, alguns troncos estavam caídos na terra molhada, que com certeza esteve sedenta de água devido ao Verão fora de época que tivemos recentemente. De maneira que o céu nublado e o vento frio que soprava até sabiam muito bem. Lá continuámos, apesar das ameaças de chuva. Fomos, também, encontrando pinheiros e castanheiros, os quais desenhavam na paisagem verdadeiros quadros vivos. Alguns parecia que balouçavam ao vento, dada a forma dos seus ramos. Mais pareciam uns braços esticados, prestes a agarrar alguma coisa ou longos cabelos que, de soltos que estavam, esvoaçavam para sul.

 

Frio da serra acompanhou-nos na caminhada

 

À medida que a caminhada se fazia, o nariz começava a gelar mas até sabia bem, sentir aquele fresco. A chuva que havia caído uns dias antes fez com que, aqui e ali, houvesse algumas poças de lameiro mas nada que não se ultrapassasse. As folhas de castanheiro haviam tecido um tapete bem fofo, que amortecia a caminhada.

 

Na primeira parte deste trilho a levada encontrava-se seca, com muitas folhas e ramos que se destacavam, nalgumas zonas, por entre a terra vermelha. Os castanheiros estavam quase despidos de folhas, o que deixava transparecer o recorte dos ramos. A vegetação era, sobretudo, rasteira, crescia junto aos eucaliptos e pinheiros cujos troncos estavam a ser, devidamente, vestidos pelo musgo. Encontravam-se vestígios das típicas flores destes percursos, os chamados novelos, mas tendo em conta a estação, as flores eram poucas ou quase nenhumas. Enquanto isso o cheiro do eucalipto ajudava a desentupir o nariz, por entre a friagem que se fazia sentir nas maçãs do rosto. Era altura de colocar o capuz do casaco porque os vestígios de uma gripe recente avisavam que o melhor era nos protegermos.

 

Mais adiante, o som do vento forte deu lugar ao som da água a correr pela ribeira abaixo. Pelo chão, alguns “tufos” de cabrinhas davam um ar de sua graça. Algumas árvores estavam repletas delas, as quais, a par dos fetos demonstravam que a época de Natal está próxima pois, como manda a tradição, estas plantas costumam ser usadas para decorar o presépio. O frio começava a enregelar as mãos. Era das poucas partes do corpo que se encontrava exposta ao ar, de maneira que até custava tirar alguns apontamentos ou até mexer no telemóvel. Mais adiante a levada começou a estreitar em cujo leito eram notórias algumas irregularidades que deixam antever como foi rasgado, em tempos, com instrumentos rudimentares e muito sacrifício. Passámos por uma casa da água. A partir daqui denotava-se que, recentemente, foi feita uma limpeza ao local tendo em conta a erva curta que havia na berma da mesma. A água parecia que estava parada, as muitas folhas impediam que corresse.

 

Galgámos umas pedras, que abrilhantavam uma pequena clareira, depois tivemos que atravessar uma estrada de terra. As árvores de grande porte dão a entender que estão ali há muitos mais anos que a própria estrada. Mais adiante, uma pedra semi-rectangular convida a nos sentarmos um pouco. Pela encosta abaixo encontram-se aglomerados de altos mas franzinos eucaliptos sob um chão coberto de folhas de castanheiros. Enquanto isso, debaixo das nossas sapatilhas sentimos rolar algumas bolotas que caíram dos castanheiros. Em tempos, e depois de secas eram usadas dentro dos vestiários para evitar que a traça roesse a roupa. A ameaça de chuva fez-nos apressar, um pouco mais o passo, de maneira que se sentia ainda mais o frio mas era um fresco agradável porque até o mau tempo tem a sua beleza, é preciso é estar pré-disposto a degustá-lo.

 

Mais adiante alguns postes de electricidade davam sinal de que estávamos perto do casario. Enquanto isso a vista alcançava, do outro lado da encosta, o posto de venda de porcos. Seguimos os postes de “luz” pela estrada de terra, larga e sem fim à vista. A levada, essa, continuava do outro lado, mais uma hora e certamente chegaríamos à Portela. Ficará para uma próxima. Descemos a estrada de terra onde um bom 4x4 é o melhor para dali sair ou então, fazer como nós, caminhar a pé até alcançar a estrada de alcatrão. Para trás, ficou o lameiro, o frio e as folhas húmidas mas nada melhor para sentir a natureza por dentro. Para isso, não há que ter receio em sujar-se, vai ver que vale a pena, sentir-se-á mais vivo…

 

Élia Freitas

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publicado por João Carvalho Fernandes às 15:02
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