Terça-feira, 30 de Outubro de 2007

BALCÕES

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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Balcões “oferece” retrato dos picos mais altos

Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

A “Olhar” foi esta semana até ao Ribeiro Frio, mais concretamente, até aos Balcões. Este é, com certeza, um dos percursos pedonais mais concorridos da Madeira porque, durante a nossa caminhada de 1.30 horas, praticamente, de cinco em cinco minutos passavam por nós pequenos grupos de turistas, em ambas as direcções. Há muita informação a indicar o trilho, por isso, não há que enganar. O percurso é acessível, o caminho é largo e sem desníveis. É cerca de 1,5 quilómetros até chegar aos Balcões onde a paisagem compensa a caminhada. Pelo caminho, pode-se molhar a garganta nalguns espaços onde se podem apreciar, também, os produtos típicos regionais confeccionados à mão.

 

 

O tempo estava propício a um passeio a pé, desta feita, do Ribeiro Frio aos Balcões. Durante a caminhada pudemos constatar que o local faz jus ao nome que tem. Num dos troços, e apesar da temperatura amena que nos acompanhou desde a saída do Funchal, ali chegados sentimos um frio, de tal maneira que houve necessidade de vestir o casaco. A ponta do nariz ficou gelada bem como as maçãs do rosto tal era o fresquinho que passava. O caminho que fizemos para chegar até ao Ribeiro Frio, Funchal/Via Porto da Cruz, por si só, já nos convida a uma caminhada a pé. À medida que subíamos, embrenhávamo-nos nas montanhas cobertas de verde. Em cada curva, a paisagem nos surpreende. Depois de passarmos os primeiros cafés e mais umas curvas, chegamos ao ponto de partida. No local eram visíveis algumas carrinhas com turistas e táxis, junto aos espaços de restauração e artesanato de onde sobressaíam as peças de lã confeccionadas à mão. A entrada para a levada faz-se à direita, para quem vem a subir a Estrada Regional 103. Do outro lado da estrada temos a indicação de uma outra levada, que vai dar à Portela. Fica para uma próxima… centremo-nos nesta.O início do percurso é estreito. Podemos optar por entrar junto à estrada onde o caminho é mais estreito ou abaixo dela, onde temos que subir alguns degraus que nos encaminham para o trilho. O caminho é largo, em terra batida, com algumas curvas, mas andamos sempre na mesma cota. O espaço onde corre a água é estreito em relação ao restante. A água corria no sentido inverso à nossa caminhada. Neste trilho não há falta de informação. Existem várias placas onde se pode ler “Levada Velha”, “Balcões” bem como a existência de um bar, a 600 metros. Um quadro informativo dá-nos diversas dados sobre o percurso desde o nome da levada, números de telefone úteis, normas de conduta e de segurança para que nada corra mal. Esta levada tem 1,5 quilómetros, a caminhada leva 1.30 horas a ser feita, sempre, a uma altitude de 630 metros. Nesta primeira fase, galgamos as raízes das frondosas árvores, as pedras metidas na terra firme, cobertas por um fofo manto de folhas secas.Deparamo-nos com alguns carvalhos e cogumelos gigantes. Alguns pequenos abismos mais adiante são “disfarçados” pela vegetação densa que corre pela encosta abaixo. O silêncio, levemente quebrado pela água a correr, é reconfortante, acompanhado pelo ar fresco com que enchemos os pulmões a cada passada. Passamos pelo primeiro casal de turistas. Muitos mais se seguiriam. Atravessamos uma pequena ponte de cimento coberta com musgo. O leito do ribeiro estava seco. A vegetação variava pela encosta acima, ora entre pequenos grupos de pinheiros, ora por eucaliptos. Mas a laurissilva, inevitavelmente, faz parte deste quadro natural. Duas grandes paredes rochosas formavam como que um túnel, onde um alegra-campo se mantinha de pé, mais parecia uma flor encaixada na orelha de uma criança. A passagem é estreita mas dá o seu quê de mistério ao passeio.

 

Diversidade de vegetação e produtos típicos

 

 O caminho em frente continuava repleto de folhas secas e raízes que denunciam as dezenas de anos que cada uma daquelas árvores tem. Um pequeno casario, ao longe, vislumbra-se por entre os ramos de pinheiros. Alguns pereiros plantados abaixo da levada estavam cobertos por cabrinhas da serra, parecia que tinha nevado, mas neve verde…Passamos pelo Bar Flor da Selva onde, além de se poder molhar a garganta, se pode apreciar diversos produtos típicos madeirenses como sejam colheres de pau, barretes de orelhas, aguardente de cana até socas de plantas. Uma senhora que se encontrava a confeccionar barretes de orelhas lá foi dizendo que o que mais custa é estar tanto tempo sentada porque faz doer as costas. Um dos casais de turistas soltou-nos um “olá”, pareciam satisfeitos com a caminhada.

 

Mais adiante havia na berma pés de uveira da serra, estava madura. Disse-nos um dos senhores que passava que até da França vêem buscar porque dá energia. Passamos pelo segundo bar deste trilho, o Balcões Bar. O som de chocalhos ao longe deu-nos a entender que havia animais a pastar, algures. Encontramos mais uma placa informativa a indicar o caminho para os Balcões. Novamente, mais um “túnel”, propiciado por duas grandes paredes rochosas. Aqui e ali encontramos algumas plantas que, em tempos eram muito vulgares nos jardins particulares, a par de algumas serralhas que serviam para alimentar os coelhos e, até plantas para afastar o mau olhado, dizem os populares. Avista-se, novamente, um aglomerado de casas e o mar. Uma placa amarela indica-nos a direcção para os Balcões. Tivemos que descer. Um sinal de proibição indica-nos que não devemos continuar a levada em frente. Descemos o caminho em pedra, que foi estreitando à medida que descíamos. Depressa chegamos aos Balcões. Ali a vista alarga-se, o céu ficou a descoberto e as montanhas cobertas de verde dão uma beleza extraordinária ao local. A vegetação rareia no cume das montanhas. Um mapa, já um pouco apagado, descrito sobre uma placa de cimento no miradouro indica-nos em frente, da esquerda para a direita o Pico do Gato, Pico das Torres, Pico Ruivo e Achada do Teixeira. O nevoeiro sobranceiro não nos deixava avistar todos os picos. Ao fundo encontra-se a Estação Termo-Eléctrica da Fajã da Nogueira. Um pequeno caminho escavado na montanha permite lá chegar. No miradouro, alguns turistas apreciavam a paisagem, sentados em cima do amontoado de pedras.

 

Outra marca emblemática da nossa terra que se avista dali é a Penha d’Águia e ao seu redor, o casario disperso pelos vales. Era altura de fazer o caminho de regresso mas acabamos por descobrir outras coisas, inclusive, um casal de idosos que se preparava para trabalhar a terra. Ficamos com vontade de voltar porque andar a pé, pelos nossos caminhos verdejantes, dá saúde e chega a ser viciante…

 

Élia Freitas

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publicado por João Carvalho Fernandes às 08:27
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

MERCADO DOS LAVRADORES

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publicado por João Carvalho Fernandes às 22:54
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Levada do Castelejo um “mercado” ao ar livre

Em cada troço percorrido nas levadas madeirenses não paramos de nos surpreender… Foi o que aconteceu, esta semana, durante uma caminhada que a “Olhar” realizou pela Levada do Castelejo, na freguesia do Porto da Cruz. O trilho previsto era pequeno mas não imaginávamos que, em tão poucos quilómetros encontraríamos tanta riqueza de vegetação, por entre alguns poios lavrados onde se contavam diversos legumes e frutos. Nas encostas, foi aliciante “descobrir” algumas espécies endémicas, por entre as muitas ervas medicinais que sobressaiam aqui e ali… Venha conhecer connosco este pedacinho de norte madeirense que, poderá não curar o corpo mas deverá, com certeza, dar saúde ao espírito e à mente

 

 

 

…Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

A Levada do Castelejo, na Referta, freguesia do Porto da Cruz é um dos trilhos pedestres dignos de uma visita. A “Olhar” aceitou o desafio e, esta semana, andou a pé, pelo norte da ilha.Para chegar ao início deste trilho, seguimos pelo caminho que vai dar à Portela mas, em vez de virarmos à esquerda para o acesso que nos leva até ao local em questão, vamos sempre na estrada regional e viramos à direita onde diz “Achada”. Não há que enganar, na esquina existe um café.Uns metros adiante, à esquerda existe uma escadaria em cimento. O ambiente envolvente é mesmo convidativo a uma caminhada a pé. A partir dali, a vista alcança a rocha da Penha d' Águia, o mar e as encostas verdejantes onde sobressaiem alguns pinheiros.

 

A estrada em frente estava engalanada com as bandeiras típicas das festas e cordões de luzes. O nosso destino era, mesmo, a caminhada. Por isso, descemos a escadaria, deviam ser mais de 40 degraus…Esta primeira parte da levada é, toda ela, em cimento. O percurso é estreito, com algumas curvas mas, praticamente, sem desníveis. A água que existia na levada era bem pouca, encontrava-se estagnada e repleta de folhas. Existem alguns postes de electricidade que levam a energia eléctrica ao casario que se encontra disperso na encosta, abaixo da estrada. As ameias brancas davam uma certa piada à encosta verde, mais parecia uma roda dentada deitada sobre o muro.Nalguns poios avistavam-se alguns palheiros, usados em tempos, para guardar gado e, nalguns, casos, os produtos agrícolas. Um pouco mais à frente, uma outra escadaria dava acesso a uma casa particular, abrilhantada por novelos rosa e azuis. Estava bem arranjadinho. Pelo caminho encontramos um pouco de tudo, desde verduras e árvores de fruto. Outras, ainda, que embora não dêem frutos, embelezam o percurso. Algumas das plantas são endémicas como é o caso da urze e do loureiro, a par de outras, caso das cabrinhas e bambu.Mas a grande variedade de produtos, cujas folhas dão origem às diferentes tonalidades de verde dispersas na paisagem, só nos faz crer que o terreno é muito fértil, em que muita ajuda a abundância de água que viamos escorrer das paredes.

 

Dos produtos cultivados destaque para algumas couves, abóboras, inhame, semilhas, batata doce, pipinelas e agrião. Parecia um autêntico mercado ao ar livre, onde tudo está à mão para confeccionar uma saborosa sopa, mas não há que esquecer que tem dono… por isso, é melhor, apenas apreciar. Prova disso era um dos camponeses que caminhava na direcção contrária à nossa, de bordão na mão. Pela vestimenta parecia ir ver como anda a produção…Numa das curvas, era de pasmar um pequeno pedaço de terreno, cultivado com rama de semilha, todo ele debruçado sobre o a abismo, em jeito de caracol. Noutros pontos, havia erva, mais ou menos tenra para o gado e junco que, em tempos, era usado para cobrir as casas.

 

Árvores de fruto e plantas medicinais

 

Para além dos cactos e figueiras, aqui e ali apareciam algumas árvores de fruto. Alguns já estavam mais ou menos maduros, outros, nem por isso, como era o caso das anonas, castanhas, pêra abacate, bananas, maracujás de banana, nêsperas e girassóis. Algumas plantas invasoras, também, marcavam presença durante o caminho, como seja a acácia, o silvado e a bananiche. O silvado, embora pique e não seja muito agradável, sempre, dá algo de bom, as amoras. Não resistimos e provamos, como autênticos adolescentes que, há uns anos atrás, andavam pelos campos, de frasco na mão, a colher este fruto para logo saborerar, depois de polvilhados com uma colher de açúcar.

 

Era uma recolha feita em jeito de brincadeira que, muitas vezes, acabava por deixar cada nódoa na roupa… neste caso, deixou-nos os dedos mais ou menos roxos… mas valeu a pena, apesar de algumas picadelas dos espinhos. As fileiras de canavieiras davam outra tonalidade de verde ao quadro natural enquanto no fundo do vale corria um razoável caudal de água.Nas paredes da rocha, haviam “mini-repuxos” e nas bermas do caminho crescia de tudo um pouco desde feiteiras às ervas medicinais para curar "males" como dores de cabeça, algumas, ainda, para curar certas doenças dos próprios animais. O segredo está em distingui-las, cujo saber é, por vezes, transmitido oralmente das gerações mais velhas para as mais novas. As flores, também, fazem parte deste quadro. Espadanas, açucenas e palmas de São Lourenço. Nalguns troços, onde o abismo era mais evidente, haviam vedações. Este percurso “obriga-nos” a atravessar três pequenas pontes de cimento, sem as quais, seria quase impossivel fazer toda esta caminhada, a não ser, galgando o fundo do vale. Numa delas, é de lamentar um amontoado de folhas de zinco a decomporem-se. Ao alcançarmos o outro lado do vale com a grande ajuda das pontes, avistamos o trilho galgado. Ao fundo, vários poios, que mais pareciam uma manta de retalhos. Aproximamo-nos de uma das casas. A levada passa, mesmo, nas costas da mesma. Um dos residentes “acartava” um molho de erva para dentro do palheiro. Aqui a levada estreita, há mais canavieiras e pinheiros na encosta.

 

Continuamos a andar, atravessamos um pequeno “furado” (túnel) e chegamos junto à estrada. Mas aqui só se pode ir numa direcção, é que a estrada não tem saída… Mas, quem quiser, pode prosseguir pela levada.Optamos por sair. Regressamos com um cheirinho a produtos frescos, com o espírito bem refrescado pela natureza…

 

Élia Freitas

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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

FLORES NO MERCADO DOS LAVRADORES

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

3.225 passageiros na estreia

“Navigator of the Seas”, da Royal Caribbean, fez ontem a primeira de quatro escalas previstas para o Funchal

 

Com a devida vénia ao Jornal da Madeira

 

Chegou ontem, por volta das 12 horas, naquela que foi a primeira de quatro escalas no porto do Funchal. O “Navigator” é o quarto navio da classe e está entre os maiores paquetes do mundo, com 138 mil toneladas de arqueação bruta. 

 

 

O “Navigator of the Seas”, da Royal Caribbean, fez ontem a sua estreia no Funchal, trazendo a bordo 3.225 passageiros, na sua grande maioria, de nacionalidade inglesa (3.066). Foi a primeira de três escalas em viagens de cruzeiro desde Southampton com destino a Tenerife, agenciado pela empresa J.F. Martins. Uma quarta visita está programada para a viagem transatlântica de regresso às Caraíbas, onde este navio da classe “Voyager of the Seas” vai operar depois de ter estado baseado este Verão no porto inglês de Southampton.

 

No porto, uma “comitiva de boas- vindas”, composta por elementos da Administração de Portos e do Clube de Entusiastas de Navios (CEN), aguardava a chegada do navio. Para surpresa destes últimos, o comandante do “Navigator” é o mesmo que, em 1998, tripulava o “Virgin of the Seas”, então escolhido para a realização do primeiro cruzeiro do Clube, que juntou 40 pessoas. Trata-se de Otto Bang, que já na altura havia assinado o livro de honra do CEN, tendo voltado a fazê-lo, agora, na qualidade de comandante deste navio. Recebeu ainda um DVD e um livro sobre a Madeira e ainda uma placa alusiva à escala.

 

Recorde-se que o “Navigator” é o quarto navio da classe e está entre os maiores paquetes do mundo, com 138.000 toneladas de arqueação bruta e capacidade para 3.114 passageiros, em ocupação dupla. O primeiro paquete da classe “Voyager” foi construído na Finlândia pelos actuais estaleiros Aker Finnyards, ex-Kvaerner Masa Yards, ex-Wartisla, tendo sido entregue em Novembro de 1999 à Royal Caribbean. Seguiram-se as entregas dos gémeos “Explorer of the Seas” em Agosto de 2000, “Adventurer of the Seas” em Outubro de 2001, “Navigator of the Seas”, em Novembro de 2002 e “Mariner of the Seas” em Dezembro de 2003.

 

Neste espaço, o JM já deu conta de que o último trimestre de 2007 é o que regista maior número de estreias de navios de cruzeiro na ilha da Madeira. É o caso do “Spirit of Adventure”, ex-“Berlin” da Peterdeilman, que regressa à Madeira a 17 de Outubro com as cores do grupo “Saga Holiday”.“Ocean Village II”, “Carnival Freedom” (ambos a 3 de Novembro), “Jewel of the Seas” (4 de Novembro), “Jules Verne” (19 de Novembro), “MSC Orchestra” (1 de Dezembro), “Costa Serena” (3 de Dezembro), “Star Princess” (13 de Dezembro), “Delphin Voyager” (20 de Dezembro) e “Queen Victoria” (28 de Dezembro), visitam também pela primeira vez a Madeira ainda este ano.Para 2008, estão previstas muitas outras novidades.

 

Celso Gomes

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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

JARDIM BOTÂNICO

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