Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

PONTA DO SOL

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2006

Bananeira valorizada

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

 

A bananeira está a ser estudada no Centro de Estudos da Macaronésia desde 1998, e revela potencialidades variadas 

 

 

A bananeira produzida na Madeira está a ser alvo de estudo no CEM (Centro de Estudos da Macaronésia), desde 1998. A responsável é a professora Nereida Cordeiro, docente da Universidade da Madeira, cujos interesses científicos se centram na Química e Tecnologia dos Materiais Agroflorestais. O seu grande "motor" de investigação é o aproveitamento de resíduos. Nos últimos anos os projectos que desenvolveu incidiram nesta vertente, com destaque para o estudo da cortiça e a bananeira. Em 1998, concluiu na Universidade de Aveiro o doutoramento sobre o "Fraccionamento da cortiça e caracterização dos seus componentes. Estudo de possibilidades de valorização da suberina". Analisou a valorização dos seus resíduos, atendendo à importância económica da cortiça em Portugal. Na ilha, como professora da UMa e investigadora do CEM, pensou em resíduos produzidos na Madeira que pudessem ser aproveitados. Entre duas hipóteses: a vinha e a bananeira optou pela última. As primeiras experiências com esta planta decorreram em 1998. «Comecei, por brincadeira, a fazer papel a partir do pseudocaule (tronco). Os resultados foram positivos quer em termos de produção, quer a nível de propriedades mecânicas, principalmente para o fabrico de cartão e papel reciclado, devido à cor ligeiramente castanha que apresenta. Consideramos que estas duas aplicações são as mais viáveis, pois embora o branqueamento seja fácil constitui mais um custo», explica a investigadora. «A ideia inicial era juntar os resíduos de papel que a Madeira envia para o Continente - e que têm custos - com as fibras de bananeira e produzir papel reciclado», acrescenta.

 

O projecto, apesar de tecnologicamente viável, esbarrou com obstáculos financeiros e não teve continuidade. «Para a instalação da empresa são necessários grandes investimentos. Em 1998 concorri a um projecto da FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) que o canalizou para a AdI (Agência de Inovação), devido à sua componente de aplicação industrial. Tentei que uma empresa na Região, com viabilidade económica, concorresse aos fundos da Agência de Inovação, mas não foi possível».

 

Embora o projecto não tenha avançado, a ideia de continuar a valorizar os resíduos da bananeira continuou. Nereida Cordeiro orienta o doutoramento em fase de conclusão de uma aluna madeirense, Ana Lúcia Oliveira, intitulado "Extracção e caracterização estrutural dos constituintes da bananeira (Dwarf Cavendish)". Financiado pela FCT é co-orientado pela professora Isabel Torres, da UMa, e pelo professor Armando Silvestre, da Universidade de Aveiro. «Os resíduos agrícolas produzidos pelo processamento comercial do cultivo das plantas são normalmente considerados como tendo um baixo valor comercial e representam quase sempre um problema para a sua eliminação. No entanto, estes materiais, na maioria dos casos, podem representar uma abundante, barata e facilmente disponível fonte renovável de biomassa lenhocelulosica aplicável em diferentes áreas», destaca a professora A bananeira é uma dessas matérias-primas. Após o corte do cacho, é produzida uma grande quantidade de resíduos agrícolas, os quais são usualmente deixados no solo para serem usados como material orgânico. Na sua perspectiva, «o desenvolvimento de novas aplicações para estes resíduos podem constituir uma fonte adicional de rendimento para os produtores de banana e para a economia regional». A investigadora salienta que, para o desenvolvimento de novas aplicações, foi necessário colmatar a lacuna existente relativamente ao conhecimento sobre a constituição química da bananeira. A nível do referido doutoramento «foi efectuado um estudo detalhado sobre a composição química das diferentes partes morfológicas da bananeira, um conhecimento que é crucial para a definição de possíveis áreas e racionalização de processos dos resíduos da bananeira».

 

Conforme explica, a planta foi fraccionada em cinco partes morfológicas (limbos, bainhas foliares, talos, nervuras/pecíolos e rachis) e caracterizadas química e estruturalmente. Os componentes macromoleculares (lenhina, açúcares, extractáveis...) foram estudados para incorporação em novos materiais. «Os estudos revelam que os limbos apresentam elevado teor de extractáveis lipídicos. O elevado conteúdo em esteróis glicosídicos, ácidos insaturados e ácidos tipo cinamicos, faz com que esta planta possa ser considerada uma fonte valiosa de fitoquímicos que podem ser usados em alimentos funcionais, ou seja, que contêm substâncias ou nutrientes com benefícios para a saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças». Sabemos que os esteróis glicosídicos pertencem à família dos fitoesteróis (esteróis vegetais), que têm sido intensamente estudados nas últimas décadas pelos seus variados benefícios para a saúde (em particular a sua capacidade de baixar o colesterol sanguíneo) quando incluídos na dieta humana.

 

Para além disso, recentemente, estes compostos têm merecido especial atenção descobrindo-se numerosas aplicações farmacológicas tais como anti-inflamatório, anti-mutagenico e com actividades anti-cancerígenas, acrescenta.«Visto que existe um crescente mercado à procura de alimentos funcionais enriquecidos em fitoesteróis como complemento às dietas normais, a identificação desta nova abundante fonte vegetal pode ser um bom contributo para esta crescente procura e um importante contributo para a valorização dos resíduos provenientes do cultivo e processamento da banana», admite a investigadora.

 

Embora a bananeira tenha sido o principal alvo de estudo, a banana foi analisada. Contém também grande quantidade dos referidos compostos e de anti-oxidantes. A casca foi igualmente estudada na perspectiva de aproveitamento de resíduos. As investigações prosseguem. Há dois meses teve início um projecto em ligação com o Centro de Bananicultura da Madeira que pretende estudar as diferentes variedades de banana que são ali produzidas com objectivo de mostrar quais as mais ricas nestes tipos de compostos. Nereida Cordeiro está também envolvida noutro estudo a nível agrícola. Orienta o mestrado de Lucília Sousa, intitulado "Estudo do processo de amadurecimento da Anona Cherimola Mill na Ilha da Madeira". Financiado pelo CITMA, tem como objectivo estudar as transformações químicas e correlacioná-las com as transformações genéticas que acompanham o amadurecimento deste fruto no sentido de encontrar um mecanismo para prolongar o período de comercialização da anona.

 

«Quem comercializa as anonas queixa-se que o fruto amadurece facilmente e não chega em condições ao consumidor. A ideia é perceber o processo de amadurecimento e tentar bloqueá-lo». O mestrado começou em Outubro de 2005, e a escrita da monografia está na fase final. Foram estudadas as transformações químicas. «Sabemos que, por exemplo, quando a anona está verde tem uma grande quantidade de amido. Depois, após a colheita, ao terceiro dia de amadurecimento, há um aumento muito significativo dos açúcares livres com o consequente amolecimento do fruto. Percebendo que se dão estas transformações químicas e observando em termos enzimáticos o que acontece, podemos utilizar produtos para bloquear as enzimas intervenientes e assim retardar o amadurecimento», explica. A sua grande aposta no momento é no equipamento de iGC (Cromatografia de Gás inversa) que lhe foi atribuído como investigadora e à sua unidade de investigação, no âmbito de um programa de re-equipamento científico da FCT, no valor de 168 mil euros. «A UMa tem desde Julho o único equipamento de iGC em Portugal que permite fazer análises inovadoras em termos de caracterização de superfícies. Permite prever o tipo de reacções que irão acontecer num determinado processo. As potencialidades de aplicação são imensas. Em termos industriais este equipamento é muito utilizado nas indústrias farmacêuticas e alimentares, pois a junção dos vários componentes implica o seu estudo de modo a obter boa compatibilidade. Possibilita também estudar catalisadores usados em reacções químicas». Nereida Cordeiro espera que o novo equipamento abra novas perspectivas de colaboração com outras universidades nacionais e internacionais.

 

Considera que o facto de estar na ilha condiciona a investigação na área dos resíduos. «Por isso aceito sempre novos desafios, aplicando os conhecimentos de Química analítica a outras áreas. Mas, o que mais limita é a falta de alunos com vontade de seguir a carreira de investigação, porque não é fácil». Na sua opinião «o desinteresse dos jovens manifesta-se pela instabilidade de emprego. Os investigadores vivem das bolsas durante vários anos e quando terminam têm que começar de novo sem garantias. Esta é a realidade... Depois, há a mentalidade que o emprego é para o resto da vida. Muitos dos nossos alunos ainda têm essa ideia. Às vezes, têm possibilidade de conseguirem uma bolsa bem paga, mas não querem porque não é emprego fixo». Em termos de empreendorismo, neste momento, Nereida Cordeiro é também um dos três promotores da empresa Indaircontrol sediada no CEIM (Centro de Empresas e Inovação da Madeira).

 

Trata-se do primeiro "spin-off" do seu centro de investigação, ou seja «utilizámos os conhecimentos adquiridos na investigação e transformámo-los numa empresa. É o sonho de qualquer investigador transformar a sua investigação em mais valia para o país». A Indaircontrol foi criada este ano com a ideia empregar alunos com altas qualificações (mestrados e doutoramentos) e neste momento integra professores e investigadores. A empresa obteve o prémio NEOTEC da Agência de Inovação, entidade que dá o apoio financeiro inicial, e conquistou o "Prémio Madeira de Inovação Empresarial 2005". Conforme explica a investigadora, responde à legislação emitida em Abril passado que obriga as empresas e instituições a controlarem a qualidade do ar no interior. «Muitas vezes pensamos que o ar só está poluído lá fora. No entanto, dentro das casas, chega a estar cem vezes mais poluído do que na rua. Devido às especificidades dos membros da equipa, vamos orientar a empresa para as alergias, na medida em que a Madeira apresenta a maior percentagem de casos do país. A empresa propõe-se ir a casa das pessoas detectar as possíveis fonte de alergia e indicar acções para remediar», conclui a investigadora.

 

B.I.

 

 

Nome: Nereida Maria Abano CordeiroNaturalidade: AngolaIdade: 35 anosPercurso académico e profissional: Licenciatura em Química Analítica pela Universidade de Aveiro, em 1993. Doutoramento em Química sobre o "Fraccionamento da cortiça e caracterização dos seus componentes. Estudo de possibilidades de valorização da suberina", pela Universidade de Aveiro, em 1998. Iniciou a sua actividade docente em 1993, como Monitora do Departamento de Química da Universidade de Aveiro. Em 1995, foi contratada como assistente convidada do Departamento de Química da Universidade da Madeira. Actualmente exerce funções de professora associada da UMa e é investigadora do CEM (Centro de Estudos da Macaronésia).

 

Teresa Florença (texto) / Teresa Gonçalves e DR (fotografia)

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Terça-feira, 19 de Setembro de 2006

Pescadores e restaurantes estão sem espada-preto

 

 

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

 

Capturas estão no nível mais baixo da última década (-24%), o preço subiu 40% pelo que o prato típico está ameaçado

 

 Nunca se pescou tão pouco peixe-espada preto como neste ano. As estatísticas oficiais reconheciam uma quebra de 23,4% no primeiro trimestre, mas a partir de Março esse valor é substancialmente superior, com uma ameaça de rotura no fornecimento para a restauração, com as unidades hoteleiras em dificuldades para manter o filete de espada como uma referência dos seus menus. Desde 1998 que os pescadores madeirenses têm vindo a capturar menos peixe-espada preto. Oito anos depois, as capturas são inferiores em quase 30%, ainda que a frota local seja maior e melhor apetrechada.

 

QUEBRAS ATINGIRAM OS 35%

 

Embora os responsáveis políticos prefiram falar dos valores da remuneração, que efectivamente tem vindo a aumentar ao longo da última década, ainda que no ano passado o valor do peixe-espada preto transaccionado (6.486.417 euros) tivesse sido 9% inferior ao volume de negócios gerado no ano 2004 (7.057.642), o que é facto é que a restauração necessita de peixe-espada, isto se quiser manter no menu um dos pratos de referência da gastronomia madeirense. Pelo que foi possível apurar, no primeiro semestre deste ano confirmou-se a quebra que se vinha registando desde o início da década, na ordem dos 24%, com os meses de Março (-26%), Abril (-35%), Maio (-17%) e Junho (-27%) a precipitarem uma descida nas descargas, ainda que em Julho (-10%) e Agosto (-1%) a quebra tivesse sido bem mais pequena.

 

Depois do ano passado se terem verificado safras de fartura, com incidentes na lota, os armadores chegaram a acordar a proibição de deixarem os aparelhos na água a pescar enquanto iam descarregar à lota, com registo do dia de saída e de chegada das embarcações, de modo a evitar fainas de mais de 8 dias, reduções estas que não faziam prever a crise a que se chegou.

 

Segundo os pescadores, no ano passado num lance conseguia-se cerca de 700 espadas. Agora, num mesmo lance vêm apenas 120. Antes um barco trazia entre 3.000 a 4.000 espadas por cada saída de 10/11 dias, agora se trouxer 1.000 a 1.500 espadas tem de se dar por satisfeito. O facto de haver pouco peixe tem obrigado, também, a que a faina decorra para além das habituais trinta milhas, obrigando os pescadores a navegar até às oitenta milhas, o que acarreta mais custos e menos idas ao mar.O facto dos últimos meses terem sido os piores dos últimos vinte anos levou a uma ameaça no fornecimento a restaurantes e hotéis, que começam a ver as suas encomendas parcialmente satisfeitas e em timings diferentes daqueles que no passado aconteciam.

 

PREÇO SUBIU CERCA DE 40%

 

Com menos peixe, pescadores e compradores estão envolvidos numa guerra de preços, pelo que o valor hoje praticado é 40% superior, com o filete pago a 7,5 euros e o rolo acima dos seis euros, valores que naturalmente condicionam os que consomem centenas de quilos por mês de peixe-espada preto, para mais quando têm outras opções bem mais baratas, o que leva a que muitos restaurantes tenham retirado do menu o tradicional filete de espada.

 

Obviamente que os recursos piscícolas e o comportamento do peixe-espada preto - espécie que se pode encontrar em vertentes continentais ou elevações submarinas (600 a 1.600 metros de profundidade) entre o Atlântico Norte, Islândia e até Canárias - é explicado pelas variações da temperatura das águas e fontes de alimentação, entre outras razões, com a gestão dos "stocks" a se constituir como o grande desafio do homem nos tempos que correm, pois os recursos não são ilimitados.

 

PESCAR NA DESOVA É AMEAÇA

 

A situação que se vive na Madeira é explicada, também, pela circunstância dos melhores meses de captura ocorrerem entre Outubro e Dezembro, período da desova, o que vem impedindo a reprodução da espécie e a manutenção dos stocks, até porque as ovas são comercializadas como se de caviar se tratasse, atingindo os 10 euros ao quilo, o que interessa sobretudo à industria transformadora.Para além dos interesses dos pescadores e armadores na gestão dos recursos piscícolas até serem antagónicos, o que agora está em causa é todo o sector da restauração, bem como as empresas associadas ao sector, pois as exportações estão em queda e até a importação dos Açores não suprime a falta de peixe, pois hoje há menos 40% de espada açoriana, porque a crise também afecta este arquipélago.Se o ganha-pão dos pescadores e o êxito empresarial dos armadores estão ameaçados, a circunstância de não haver uma política de defesa dos recursos piscícolas - com a proibição da pesca no período da desova - ameaçam, agora, a restauração e com isso a qualidade e identidade da gastronomia e por via disso o turismo.

 

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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2006

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